Archive for February, 2011

Worshop de Astrologia Védica

dias 19 e 20/2 (sáb e dom) | 14 às 18h00

*Nakshatras e Panchanga – A maneira como nossas almas assumem seus lugares
no mundo* (com Walter De Feo)

(*) Não é preciso ter conhecimentos prévios de astrologia védica.

A astrologia ocidental e a astrologia védica não são substituíveis – cada uma tem seu recado particular, aborda uma faceta específica do humano.
Estudando as duas, podemos ter uma visão mais completa e consistente de nós mesmos. Se a *astrologia ocidental* (de fundamento grego) nos leva a conhecer nosso perfil individual enquanto personalidades psíquicas e físicas, a *astrologia védica* (hindu) se ocupa de algo anterior a esse perfil – fala de nosso ‘sopro vital’, de *nossa alma*, de um destino que é anterior à personalidade que assumiremos no mundo concreto. Nesse sentido, a astrologia  védica aponta para tarefas mais espirituais, empreendidas em nossas vidas – praticarmos nosso * Dharma* (nossa verdade essencial, nossas melhores habilidades existenciais) e trabalharmos nosso *Karma* (=assumirmos a responsabilidade por escolhas e decisões tomadas ao longo do tempo de nossa existência). O *Panchanga* (5 componentes principais do dia, incluindo o dia de nascimento) e os *Nakshatras* (signos ou ‘mansões’ lunares) constituem, segundo a tradição védica, uma espécie de ‘ponte’, o caminhopelo qual determinada alma irá enraizar-se no mundo concreto. Isso quer dizer que seu estudo nos mostra por que caminhos nossa alma abordará e viverá mais concretamente no mundo físico e material, e o quanto, nessa abordagem, conseguirá desenvolver-se e fazer seu ser essencial evoluir.

Saiba mais…

<http://www.arionbr.com/Agenda.htm>
>>INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Arion – Expansão Cultural
(11)5572-3657 | (11)9929-7035 | arion@arionbr.com | www.arionbr.com


Observadores Celestiais

Zecharia Sitchin dedicou boa parte de sua vida aos estudos sobre a origem humana.

Sempre procurou entender os sincretismos entre as culturas, sobretudo entre as culturas arcaicas. Para ele, os primórdios das civilizações está nos Sumérios que viveram na Mesopotâmia (atual Iraque), cujas tradições, formas de pensamento e sistemas de leis influenciaram toda a história da humanidade. Dessa forma, para Sitchin, há paralelos entre as histórias bíblicas e as tradições “pagãs”, entre o Oriente e o Ocidente.

Uma de suas teorias mais ousadas é a de que os seres humanos descendem de extra-terrestres, o que, segundo Sitchin, pode ser comprovado não só por meio dos registros escritos sumérios, bíblicos, egípcios  e das sociedades antigas da América Central (maias, incas e astecas), como também pelas marcas deixadas na paisagem. Para Sitchin, obras grandiosas como as pirâmides maias e egípcias, as colunas de Stonehenge e as esculturas da Ilha de Páscoa foram obras de nossos ancestrais, os moradores de outros planetas.

O arquivo linkado é a primeira parte do capítulo “Observadores Celestiais na Selva”, do livro “Os reinos perdidos”  (The lost realms), publicado em 1990.  Nele, Sitchin descreve como os maias eram um povo “obcecado” pela contagem do tempo e pela observação celestial. Também associa as divindades maias a eventos bíblicos, sugerindo que essas semelhanças não são mera coincidências.

Com imagens e rico em informações, o capítulo da obra de Sitchin permite que conheçamos mais a fundo uma abordagem sobre a civilização maia e seu impacto na cultura ao longo dos séculos.


Uma obra para a vida toda

Karin Thrall – doutora em Comunicação e Semiótica (PUC/SP), editora na Anadarco Editora &Comunicação

O livro 2012:o ano da profecia maia (título original, 2012: the return of Quetzalcoatl) surgiu a partir de uma inquietação do autor quando beirava seus trinta anos e era jornalista de grandes revistas de moda e design em Nova York. Naquela época, Daniel Pinchbeck passou a não mais engolir o que a mídia e a cultura ao seu redor lhe ofereciam como explicação para o funcionamento do mundo. Como muitos de nós, achou que deveria haver alguma outra forma de se lidar com a vida, algo que pudesse ir além de escrever matérias fúteis sobre sapatos, de aceitar passivamente que a natureza ao nosso redor seja destruída e que os sistemas econômicos gerem cada vez mais um número maior de excluídos. 2012: o ano da profecia maia é o resultado dessa inquietação.

Para ler o artigo na íntegra, clique no link.