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Novo espaço para discutir o livro 2012

A Anadarco editora & comunicação, responsável pela publicação do livro 2012, o ano da profecia maia, de Daniel Pinchbeck está centralizando suas ações de divulgação de trabalhos e informações, inclusive do livro. A partir de agora, fique por dentro das novidadescno no novo blog: www.anadarco.wordpress.com.



Observadores Celestiais

Zecharia Sitchin dedicou boa parte de sua vida aos estudos sobre a origem humana.

Sempre procurou entender os sincretismos entre as culturas, sobretudo entre as culturas arcaicas. Para ele, os primórdios das civilizações está nos Sumérios que viveram na Mesopotâmia (atual Iraque), cujas tradições, formas de pensamento e sistemas de leis influenciaram toda a história da humanidade. Dessa forma, para Sitchin, há paralelos entre as histórias bíblicas e as tradições “pagãs”, entre o Oriente e o Ocidente.

Uma de suas teorias mais ousadas é a de que os seres humanos descendem de extra-terrestres, o que, segundo Sitchin, pode ser comprovado não só por meio dos registros escritos sumérios, bíblicos, egípcios  e das sociedades antigas da América Central (maias, incas e astecas), como também pelas marcas deixadas na paisagem. Para Sitchin, obras grandiosas como as pirâmides maias e egípcias, as colunas de Stonehenge e as esculturas da Ilha de Páscoa foram obras de nossos ancestrais, os moradores de outros planetas.

O arquivo linkado é a primeira parte do capítulo “Observadores Celestiais na Selva”, do livro “Os reinos perdidos”  (The lost realms), publicado em 1990.  Nele, Sitchin descreve como os maias eram um povo “obcecado” pela contagem do tempo e pela observação celestial. Também associa as divindades maias a eventos bíblicos, sugerindo que essas semelhanças não são mera coincidências.

Com imagens e rico em informações, o capítulo da obra de Sitchin permite que conheçamos mais a fundo uma abordagem sobre a civilização maia e seu impacto na cultura ao longo dos séculos.


Uma obra para a vida toda

Karin Thrall – doutora em Comunicação e Semiótica (PUC/SP), editora na Anadarco Editora &Comunicação

O livro 2012:o ano da profecia maia (título original, 2012: the return of Quetzalcoatl) surgiu a partir de uma inquietação do autor quando beirava seus trinta anos e era jornalista de grandes revistas de moda e design em Nova York. Naquela época, Daniel Pinchbeck passou a não mais engolir o que a mídia e a cultura ao seu redor lhe ofereciam como explicação para o funcionamento do mundo. Como muitos de nós, achou que deveria haver alguma outra forma de se lidar com a vida, algo que pudesse ir além de escrever matérias fúteis sobre sapatos, de aceitar passivamente que a natureza ao nosso redor seja destruída e que os sistemas econômicos gerem cada vez mais um número maior de excluídos. 2012: o ano da profecia maia é o resultado dessa inquietação.

Para ler o artigo na íntegra, clique no link.


A sustentabilidade como ponte entre o espírito e a natureza

Por que será que quando nos aprofundamos em questões sobre sustentabilidade, inevitavelmente chegamos ao tema da espiritualidade? Talvez porque o horizonte almejado seja a construção de uma relação mais harmônica com a natureza, algo quase paradisíaco, um pote de ouro ao final do arco-íris. Idílico? Nem tanto. Uma proposta como essa deixa de ser utópica se prestarmos atenção no que a própria natureza tem a dizer; se buscarmos trilhar um caminho que amplie nosso espectro de observação – de nós mesmos e do mundo ao nosso redor.

Dois exemplos podem ser facilmente citados. O jornalista André Trigueiro publicou no ano passado o livro Espiritismo e Ecologia, identificando os muitos pontos em comum que existem entre essas duas formas de conhecimento. O príncipe Charles, da Inglaterra, publicou um livro com o título Harmony: a new way of looking at our world, sugerindo que nossos problemas modernos mais urgentes têm suas raízes em uma profunda desconexão com a natureza.

Mas onde exatamente entra a questão do espírito humano e dessa busca interior, sem necessariamente cairmos na armadilha da ênfase exagerada de muitas abordagens religiosas?

Uma bela forma de se pensar na questão é lembrar da origem da palavra “espírito”. No latim, spiritus significa “sopro” ou “respiração”. O significado também está relacionado à palavra anima (também do latim), psyche (grego) e atman (sânscrito). Esses termos indicam que o significado original de espírito, em muitas tradições filosóficas e religiosas antigas tanto no Oriente, quanto no Ocidente, está relacionado ao sopro ou à respiração da vida.

Como a respiração certamente é o ponto central do metabolismo de qualquer ser vivo, a noção de “sopro da vida” pode ser uma interessante metáfora para representar os processos metabólicos de um ser. Espírito, dessa forma, é o que temos em comum com outros seres vivos. É o que nos mantém vivos, como sugere o físico Fritjof Capra.

A espiritualidade ou a vida espiritual pode ser então entendida como uma profunda experiência com a realidade.  Uma experiência espiritual pode ser considerada um momento de elevada sensação de se estar vivo, aqueles momentos em que sentimos que estamos vivendo mais intensamente, algo que envolve mente e corpo, totalidade e comunhão.

A meditação, a concentração, ou até mesmo ouvir uma música agradável, dançar ou um contato direto e contemplativo com a natureza podem nos proporcionar momentos de profunda sensação de unidade, de pertencimento ao universo. E essa sensação de totalidade e integração não pode ser descartada quando sem fala em sustentabilidade.  Será impossível chegarmos a uma forma de relação mais harmônica com a natureza em nossas cidades, em nossas instituições e nossas economias se não tivermos uma sensação de pertencimento ao mundo, expandindo nossas fronteiras do “aqui e agora” rumo a uma simultaneidade com outros tempos e outras dimensões.

Essa sensação de pertencimento só pode intensificar nossa relação com nós mesmos e com o próximo, nossa responsabilidade com o entorno em que vivemos e com as futuras gerações. Talvez possamos dizer que a sustentabilidade passa, necessariamente, pelas vias da percepção, pelos canais mais atentos a nossas conexões entre “o dentro e o fora” de nosso corpo. Precisamos, necessariamente, desdobrar nosso olhar na direção do invisível.

Quem ler o livro 2012: o ano da profecia maia vai perceber que Daniel Pinchbeck, para chegar a esse tipo de conexão, vivenciou ritos de culturas primitivas, viajou pelo mundo e procurou entender o efeito de psicodélicos na mente humana. Mergulhou naquilo que nossa cultura tradicional considera obscuro e esotérico. Mas os resultados de sua jornada espiritual estão longe de serem “viagens na maionese”: Pinchbeck publicou dois livros, é produtor executivo em um documentário sobre sustentabilidade e editor chefe da revista digital Reality Sandwich e do movimento Evolver, promovendo ações com foco no desenvolvimento de um sistema de valores baseados na transformação da cultura e na conexão humana.

O caminho espiritual de Pinchbeck foi trilhado prestando atenção no que os ciclos da natureza e do universo têm a dizer. Quebrou barreiras entre a rígida divisão entre natureza e cultura e começou a trabalhar a favor de um mundo mais solidário e melhor.  Certamente, esse não é a única estrada a ser percorrida em direção a uma relação mais harmônica com a natureza. Qual será a sua?


Ayahuasca

O físico Patrick Druot, que já vendeu um milhão de livros, diz que vêm aí boas mudanças. Patrick Druot, 53 anos, pós-graduado na Universidade de Columbia, consegue enxergar a virada do milênio com um otimismo contagiante, apesar do quadro de guerras, desemprego e desigualdade social. Ele arrisca dizer que nos espera um tempo de mais tolerância, compreensão e amor.

Segundo Druot, em breve ocorrerá uma mudança porque as pessoas buscam cada vez mais respostas espirituais para dar sentido à existência. “Acho que o Brasil terá um papel importante neste despertar”, ele anuncia. “Essas experiências me reconectaram a Deus.” Quanto a frequentar uma igreja, ele diz: “Sim. Uma floresta, uma praia, o mundo todo é uma catedral.”

Em sua sétima visita ao Brasil, para dar workshops e lançar seu quinto livro, ele deu esta entrevista.

ISTOÉ – Como foi a sua experiência com o Santo Daime?

Druot – Não era o Santo Daime que me interessava, mas a ayahuasca. Mas eu não tinha contatos diretos. Não se pode ir à floresta buscar a planta sozinho. Em 1994, meu antigo editor brasileiro fez um contato com Alex Polari, um dos líderes da seita em Céu do Mapiá. Tenho respeito pelos rituais, pela igreja, mas não participei. Disse desde o início que me interessava pela planta que, no princípio, era uma planta xamânica. Em abril de 1995, eu e minha mulher, Liliane, passamos duas semanas na floresta e fizemos muitas experiências sob o efeito da ayahuasca. O cérebro funciona de forma totalmente diferente. Tudo se abre. Você pode ver espíritos, as auras. Fizemos até contato telepático. Por três ou quatro minutos, soubemos exatamente o que o outro pensava. Sentia e via a Terra respirar, num movimento claro. Tudo se organizava em fractais.

ISTOÉ – De que serviu a experiência?

Druot – A ayahuasca é usada para propósitos religiosos, alguns usam para curar, tirar pessoas da dependência de drogas, álcool. Mas em minha opinião, é muito mais do que isso. Acho que ainda não se sabe usá-la para conhecer o outro e a si. Com ela, se poderia descobrir muito sobre as causas de doenças físicas e emocionais. Essa experiência provou o que estudei por 15 anos: só utilizamos uma parte mínima do cérebro. Ainda temos algumas vibrações e percepções que vêm dela. Não vemos mais uma floresta como antes. Nosso contato com a terra foi modificado. Há uma percepção mais aguçada. Traz sentimentos de tolerância, de respeito e de amor.

ISTOÉ – É possível passar por este tipo de experiência sem a ayahuasca?

Druot – Talvez. Eu já tinha percepções desde 1985, estimulando uma visão vibracional. Há um campo magnético ou vibracional que circunda todas as coisas vivas, até nós mesmos. E tudo o que acontece com você está escrito neste campo. É uma técnica. Tem de ser feito com sons, sobretudo com tambores, que são os batimentos cardíacos do criador. Quando se está em sincronia com uma batida de tambores, é possível fazer a viagem. Passei por essas experiências com os índios do Canadá, nas ilhas do Pacífico, nos EUA. O uso de plantas é específico da América do Sul e Central, onde se usa o peiote.

ISTOÉ – A experiência é similar?

Druot – A ayahuasca é mais imediata ao abrir as portas psíquicas, as portas da percepção. É como se o cérebro se abrisse. Tecnicamente falando: normalmente, vemos o mundo através de nossos olhos. Mas não vemos como o cérebro vê. O olho é um instrumento de análise de frequência, como o ouvido. Isso só foi descoberto nos anos 60. Isso significa que vemos e escutamos através dos olhos, mas não é como o cérebro vê e escuta. Com a ayahuasca, você vê e escuta como o cérebro. É uma percepção holográfica do mundo. Porque o cérebro é um holograma. Ele se abre para você. Mas acho que não se pode tomá-la de qualquer jeito, é preciso uma boa orientação, alguém que te ajude a passar pelos vários estágios da ayahuasca. E também é preciso estar junto à natureza. Não acho cabível tomá-la num lugar fechado, por exemplo. O que acontece é que a planta abre todos os canais, as pessoas vêem cores, caleidoscópios e ficam felizes. Mas é muito mais do que isso.

ISTOÉ – Como o sr. se preparou para a experiência?

Druot – Antes de tomar a ayahuasca, estudei o trabalho de um etnofarmacobiologista da Finlândia, desenvolvido durante seis anos. Eu sabia que não havia efeitos colaterais nem risco de dependência.

ISTOÉ – O sr. sentiu medo?

Druot – Sim, porque nunca tinha tomado nada parecido na vida. Não sabia exatamente o que esperar. Quando comecei a sentir os efeitos, me senti mais confortável, entendi o que a planta me ensinava.

ISTOÉ – O sr. acha que há hoje uma maior abertura do mundo ocidental para estes ensinamentos?

Druot – Sim. Em 15 anos, vendi um milhão dos meus cinco livros, e recebi cerca de 60 mil cartas. Acho que estes números podem ser tomados como uma prova de um interesse crescente. As pessoas querem saber quem são, qual o seu lugar no mundo. Não somos robôs, somos seres humanos. Entre muitos povos índios, o próprio nome do povo significa seres humanos, como os cheyenes americanos. No Havaí, os locais chamam os brancos de haoles, que significa os que são mortos por dentro. Eles dizem que não estamos vivos, porque não estamos conectados com os espíritos e a natureza.

ISTOÉ – A que o sr. atribui esse interesse?

Druot – No século XVII, houve dois gênios que criaram os fundamentos da ciência moderna: René Descartes e Isaac Newton. Eles começaram a explicar muitos fenômenos que não se explicavam antes, mas o problema de suas visões foi ver o ser humano como uma máquina, um relógio. Desprezaram a consciência e o espírito. A ciência se pulverizou. Olha-se apenas o corpo, não o espírito. Acho que o terceiro milênio trará a reunião de tudo. Os xamãs dizem que as doenças entram quando a pessoa está separada dela mesma e do mundo. Os índios navajos americanos têm um sistema médico que reconecta a pessoa a ela mesma e ao universo. Agora, há na Universidade de Medicina de Phoenix, no Arizona, um departamento intercultural com xamãs navajos e médicos americanos, que tentam entender como eles curam pessoas desenganadas de câncer, por exemplo.


Física Quântica – 2012 e o Fim do Mundo

Muitas são as profecias que anunciam o final dos tempos. Os Maias, por exemplo, esse povo misterioso que viveu na península de Yucatan há 1.500 anos e desapareceu por volta de 830 d.C., deixou em seu calendário profecias aterrorizantes sobre o fim de um ciclo cósmico que se daria no ano 2012. As profecias bíblicas de Enock, Isaías e João, os manuscritos dos Essênios, as visões de Edgar Cayce no século XX, e até os nativos americanos previram cataclismas, guerras, fome, morte, terror, pestes e inundações para o início de nossa era.

Tudo isso parece que está realmente se concretizando em nossos tempos. Ainda assim, e contra todas as evidências, é preciso perguntar: será que devemos tomar ao pé da letra o que dizem as profecias? Há algo estranho e incompreensível na maioria delas. Paralelamente ao apocalipse, todas essas profecias fazem referência a um tempo de paz, harmonia e prosperidade logo em seguida às terríveis previsões apocalípticas.

Sempre ouvimos que depois da tempestade vem a bonança. Ou seja, primeiro o inferno da destruição, depois o paraíso. Mas, será mesmo esta, a ordem das coisas nas profecias? Apocalipse é uma palavra de origem grega que significa ‘revelar’ ou ‘manifestar’. Estariam os profetas se referindo a uma “manifestação” provável caso aquelas condições iniciais não fossem mudadas? Não estariam eles nos advertindo da necessidade de uma mudança de atitude e valores? Nesse caso, não podemos falar de um determinismo das profecias, e sim de uma advertência. Se tomarmos o significado da palavra, o apocalipse seria a “manifestação” de uma possível situação de calamidade baseada em determinadas condições. Se essas condições mudarem, o resultado também mudaria.

Por exemplo: vivemos atualmente o pesadelo do aquecimento global, causado por condições bastante conhecidas de uma economia que não respeita as leis da natureza. Se essas condições mudarem, o aquecimento também poderia ser controlado. No entanto, para essas condições mudarem é preciso primeiro mudar as consciências.

A ciência moderna afirma que é impossível determinar o futuro. Não existe determinismo. Existem sim, tendências. A física quântica explica que quando estabelecemos o movimento de algo, perdemos sua localização; se o localizamos, perdemos seu movimento. Ou seja, não podemos prever absolutamente nada. Esse princípio foi desenvolvido pelo físico Werner Heisenberg, e é conhecido como ‘princípio da Incerteza’. Deu origem à teoria segundo a qual tudo que temos são ‘possibilidades’.

O que estou tentando dizer é que talvez devêssemos fazer uma outra leitura dessas profecias com a chave da física quântica. Na antiguidade, os profetas não possuíam outra linguagem para expressar o ‘fator’ possibilidade senão falando em apocalipse, cataclismos, destruição. Foi preciso que chegássemos ao 3º milênio para que, com a ajuda da física quântica, pudéssemos compreender que o futuro é um produto da consciência focada no agora.

Quando os manuscritos do Mar Morto foram encontrados, em 1946, dentro das cavernas de Qumran, tivemos acesso a um conhecimento muito antigo de um povo chamado “essênio”, que vivia em paz pastoreando seus rebanhos pelas montanhas. Nesses manuscritos havia uma referência aos Anjos, que significavam as forças e as leis naturais que hoje conhecemos como eletricidade, magnetismo, elementos. Para os essênios, orar era conversar com os Anjos. Eles expressavam uma visão holística e unificada entre a Terra e o corpo humano. E afirmavam uma identidade entre todas as coisas existentes.

Em sua visão unificada, havia a compreensão de que, se o fio comum que liga nosso corpo à mãe Terra se romper, haverá morte, destruição e desconexão com as forças da natureza. Através de uma espécie de tecnologia espiritual, esse povo de grande sabedoria tinha consciência de que somos nós que criamos as condições que atraem as consequências futuras. E para manter essa conexão cósmica, praticavam uma tecnologia quase esquecida, que se chama ‘oração ativa’ – a união do pensamento, da emoção e do sentimento. Sua oração era uma certa conexão com as forças elementais e eletromagnéticas (os Anjos), espécie de visualização intensamente dramática daquilo que desejavam ver realizado.

Bem diferente de nossas preces petitórias de hoje, em que conclamamos que um poder superior e externo a nós venha em nosso auxílio, a oração dos essênios se baseava numa outra perspectiva. Primeiramente, era preciso criar a conexão com o Todo e a paz de espírito. Para fazer isto é necessário se envolver ativamente na oração. Transformar-se nela.

O efeito da oração ativa não deriva das palavras que são ditas; sua força são os sentimentos que elas evocam. O segredo da oração ativa está na união do pensamento com a emoção, a verdadeira energia que dá vida às palavras, para que desta união surja o sentimento de paz. Isto só acontece quando a prece se torna um agradecimento. A gratidão é o agradecimento por um desejo já realizado. Aqui está o grande mistério da oração: ela provoca uma mudança quântica. O futuro se faz presente. O desejo se vê realizado. A alma se pacifica porque ela está no agora, no âmago das forças angelicais da criação.

A versão aramaica original da conhecida frase “Pedi e recebereis”, é: “Tudo que pedirdes reta e diretamente (…) de dentro do meu Nome, vós o tereis. Até agora não o fizeste. Pedi sem motivo oculto e sereis rodeados pela resposta. Sede envolvidos pelo que desejais, para que vossa alegria seja completa (…)” (Neil Douglas-Klotz, Meditations on the Aramaic Words of Jesus). Aqui está claramente uma exortação ao envolvimento, à emoção, à união com o Todo no presente.

Portanto, a chave para uma outra leitura das profecias está no resgate de nosso poder de criar a realidade que desejamos. Se a oração individual é tão poderosa, capaz de ‘mover montanhas’, do que seria capaz a oração coletiva? Que forças poderiam ser mobilizadas se um grande número de pessoas descobrisse o poder da oração ativa? Pensamentos, emoções e sentimentos são vibrações. Por isso atuam na matéria. Esta é a verdadeira tecnologia espiritual. Esse é o poder da consciência que pode mudar as profecias.

Texto: colaboração de Mani Alvarez

POST ORIGINALMENTE PUBLICADO EM “O TERAPEUTA QUÂNTICO


Bate-papo com o cineasta João Amorim

Na pré-estreia do documentário 2012: Tempo de Mudança, o cineasta João Amorim que esteve presente no evento, conversou com o público contando um pouco mais  sobre a produção do documentário e como foi possível a experiência de desenvolver o projeto que é baseado na obra  2012 – O Ano da Profecia Maia do americano Daniel Pinchbeck. A Anadarco Editora & Comunicação lançará o livro  em português no final do ano.

Amorim contou ainda como foi o trabalho conjunto com Pinchbeck nas dezenas de entrevistas que fizeram, inclusive com celebridades como o diretor de cinema David Lynch, a atriz indicada ao Oscar, Ellen Page e o cantor Sting.

Veja um pequeno trecho do bate-papo abaixo.

Novas ações conjuntas entre a estreia do documentário e o lançamento do livro estarão acontecendo e em breve,  o blog “2012 o ano” informará as datas.

Se você ainda não viu, confira o trailer de 2012: Tempo de Mudança.